me deito vazia na cama ainda tão cheia de você. agarro o cheiro que ainda inteiro me adormece. os olhos me fecham pras memórias que curto sentir. nas pontas dos dedos, calando segredos...te sinto aqui...
na virgem erato luxúria que sátiro botão ocultado abriu a fada sem asas loucura encarna em cama velada dionísio sorriu escrita em prados poemas lavados eróticas linhas dos homens que sina desejo corrompe a deusa que musa lamento usurpa benfaz quem a usa aos olhos de zeus
nutrindo de gozo curando seu corpo temor te provoca sufoco de alma invoca tua ninfa carente prazer... Flavia D'Angelo
levanta-me corpo jaz-me de alma cansada vazia me beba engole-me inteira entorta-me nua sua me faz que desejo sublimas o medo retira meu chão tão reergo mulher de lutas travadas me calça teu nada que tudo me é... Flavia D'Angelo *Fotógrafo desconhecido
inércia que muda consolo tormenta de álcool no corpo faixa que pede pedestre vidas vivas mortas posto em postas garrafas no lixo desejo perdido risos falsos frustrados espera de horas cansaço noite que branco me visto procuro...início de fim... existo!